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Jogo excelente, é uma sátira distópica meio George Orwellesca que rende bastante tempo de jogo, ainda mais se você quer alcançar o fim verdadeiro. Apesar de que o jogo segue um certo padrão para os dias (que pode se tornar meio chato pra quem repetir) o tempo de jogo dele é tão longo que isso meio que não se torna um problema e sim uma solução, visto que torna uma segunda ou posterior run mais rápida. É um dos jogos onde eu mais vi suas microdecisões afetarem um todo e o jogo te mantém consciente disso. Fazer o certo vs cuidar de si mesmo é uma constante batalha do começo ao fim. Não há falta de personagens com histórias interessantes que te fazem pensar sobre trabalho, sociedade e a relação de grandes empresas como isso. Gostei tanto de jogar que foi difícil dar um tempo, já que realmente deu vontade de explorar todos os finais possíveis e fazer todas as conquistas. Claramente um jogo que rende muito pelo preço e vários bons motivos pra se tornar um jogo platinado.

Embora o jogo seja bem curto (durou 1h e eu realmente tava esperando mais, talvez algo mais próximo de Papers, Please ou No, I'm Not A Human) o jogo é bem divertido. Alguns personagens tem um design honestamente bem engraçado, outros tem detalhes mínimos o que varia a dificuldade do jogo dependendo do quanto você tá prestando atenção. Me diverti jogando, mas seria melhor se tivesse alguma história por trás além de apenas completar tarefas.

Bem curtinho, mas uma mecânica bem divertida de jogar! A história é honestamente muito legal e dá vontade de terminar e imediatamente jogar novamente pra ver outros resultados. Além de ser divertido, o jogo se apresenta como uma oportunidade de (pra quem quiser) aprender um pouco mais de inglês, já que uma das mecânicas é uma palavra virar outra. No mais, minha recomendação é: jogue palavras em toda situação possível! O jogo vai te recompensar de maneira divertida pelo esforço. Enfim, o jogo te deixa explorar bastante e ser bem criativo.
Spellbound. Ou enfeitiçada. Foi assim que eu fiquei jogando o Mixtape. Eu sei que gerou muita discussão se isso é um jogo, se é um filme, o que é. Eu considero um jogo. Se não quiser, considere uma experiência. E que experiência, viu? Talvez por que eu me identifique MUITO com algumas coisas do jogo, mas de todos os jogos de nostalgia adolescente, esse foi o que mais me pegou. É um jogo sobre adolescência, novos sonhos, amizades, se desafiar, etc. Mas é principalmente um jogo sobre música. Não do ponto de vista de um músico, mas do ponto de vista de quem tem trilha sonora pra vida. Esse jogo me lembrou um pouco o Baby Driver e a importância que músicas podem ter no momento certo. E como a música pode te elevar, te abraçar, te dar energia, te acalentar, te fazer sorrir e também aproveitar. Eu definitivamente vou jogar de novo futuramente. Já tô com saudades dos meus amigos nesse jogo.

Mulheres e mulheres bruxas: esse jogo é pra gente! Finalmente consegui platinar ele e como sempre, valeu muito a pena jogar novamente. É um jogo incrível sobre autoconhecimento, aceitação, mistérios e claro, muita magia. O jogo também tem pontos muito importantes sobre amizade, sobre viver em sociedade, quais limites impôr e etc. Não só o jogo é muito divertido e te deixa explorar a criação de cartas de tarot, mas também o sistema de estratégia que rola futuramente é muito bom também. E o jogo ainda pode te apresentar um romance sáfico. Honestamente? 10/10.























